Mendo Alão g. 1000?

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Anv a-bezh d'ar c'hanedigezh Mendo Alão
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Alão [-] g. 975?

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[1]

Darvoudoù

1000? ganedigezh:

bugel: Ouroana Mendes [Mendes]

1020? bugel: Fernão Mendes de Bragança [Bragança] g. 1020?

Notennoù

Esta família teve princípio em Balthazar de Moraes de Antas, que de Portugal passou a S. Paulo onde casou com Brites Rodrigues Annes f.® de Joanne Annes Sobrinho, que de Portugal tinha vindo a esta capitania trazendo solteiras três filhas, que todas casaram com pessoas de conhecida nobreza.

Pedro Taques, de quem copiamos esta notícia sobre os Antas Moraes e que por sua vez copiou-a do título dos Braganções na livraria de José Freire Monte Arroio Mascarenhas em 1757, descreve a ascendência dos Antas Moraes como segue:

1.ð D. Mendo Alam foi um ilustre cavalheiro, senhor da vila de Bragança, que depois foi cidade; vivia em tempo de el-rei D. Affonso VI de Leão, avô de D. Affonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Casou com uma princesa da Armênia, que com el-rei seu pai veio em romaria a visitar o corpo do apostolo S. Thiago em Compostela. E teve, como diz o conde D. Pedro e o livro antigo das linhagens, a

2.ð D. Fernando Mendes de Bragança, rico homem, chamado o Velho; sucedeu a seu pai no senhorio de Bragança, e mais terras, que eram muitas na província de Trás-os-Montes, entre Bragança e Miranda. Diz o livro antigo, que esteve na torre do Tombo, e mostra o cronista Brandão, P. 3.® liv. 10.ð cap. 4.ð da Monarquia Lusitana, e liv. 8.ð cap. 27, que fora casado com uma filha de el-rei D. Affonso VI de Leão, de quem tivera:

3.ð D. Mendo Fernandes de Bragança que sucedeu na casa de seu pai e casou com D. Sancha Viegas de Bayão f.® de D. Egas Gozende, senhor de Bayão, e de sua mulher D. Gotina Nunes. Teve:

4.ð D. Fernandes Mendes, rico homem, senhor de Bragança e mais terras de seu pai; foi chamado o Braganção, e por outro nome o Bravo. Achou-se com el-rei D. Affonso Henriques em todas as guerras de seu tempo, e na batalha do campo de Ourique. Casou com D. Theresa Affonso, filha ilegítima do mesmo rei, que o conde D. Pedro diz, no título 38, fls. 204, a tirara ao conde D. Sancho Nunes de Barbosa, de quem era mulher, para lhe aplacar a ira de se rirem dele quando lhe caiu a nata pelas barbas comendo com el-rei à mesa em Coimbra; o que Brandão tem por fabuloso, e convém em que foi casado com D. Sancha Henriques, irmã do mesmo rei D. Affonso Henriques, o que prova com a escritura que alega no liv. 8.ð, cap. 27, part. 3.®. O mesmo conde D. Pedro e o cronista Brandão afirmam que não teve dela filhos, e que, por haver feito doação da cidade de Bragança, ficara, por sua morte, incorporada na coroa; porém João Baptista Lavanha, alegando o livro antigo, diz que fora casado com outra mulher, que Brandão no lugar já citado diz fora D. Theresa Soares, f.® de D. Soeiro Mendes o Bom da Maia, e que dele tivera a seu filho que segue:

5.ð D. Pedro Fernandes o Braganção, que o cronista Brandão chama: Pedro Fernandes de La Hadra, foi alcaide-mor de Bragança no ano de 1193, em que el-rei de Leão a teve cercada, e o rei D. Sancho I a foi socorrer, como consta da escritura original do mosteiro de S. Salvador de Castro Avellães, e a refere José Cardoso Borges nas noticias de Bragança.

Porque ocupava algumas fazendas pertencentes à Sé de Braga, o arcebispo D. João de Peculiar passou carta de excomunhão contra ele, como consta do livro do cabido da Sé de Braga à fls. 118; e do livro das inquirições que mandou fazer das honras do reino o sr. rei D. Affonso III, consta que este D. Pedro Fernandes o Braganção deu à ordem do hospital a vila e igreja de S. Pedro Velho, e a vila de Val-maior, que foram de seus avós. O livro antigo diz que casou com D. Froile Sanches, filha do conde D. Sancho Nunes de Barbosa e de sua mulher D. Theresa Affonso, filha de el-rei D. Affonso Henriques. E teve:

6.ð D. Vasco Peres o Beirão, casou com D. Urraca Esteves, filha de Estevão Annes, senhor do Passo de Antas, no concelho de Coura; e ficou herdando o mesmo Passo. E teve, como afirma D. Pedro e o livro antigo, em terceiro filho a:

7.ð João Vasques de Antas, foi senhor da vila de Vimioso. Viveu pelos anos de 1242. Não se tem notícia de seu casamento, mas sabe-se que foi seu filho:

8.ð Estevão Annes de Bragança; faz dele memória o conde D. Pedro no Tit. 34 2.ð do seu Nobiliário manuscrito. A sua filiação se prova de um documento que se conserva na câmara de vila de Vimioso, divisado com o n. 16, que é uma demanda que teve seu neto direito João Mendes de Moraes com a câmara de Vimioso, que lhe diz impedir a tapagem de uma herdade que ele tinha junto ao rio Fervença por cima da ponte das Ferrarias; e provou nestes autos que era filho de Mendo Esteves, neto de Estevão Annes de Bragança e bisneto de João Vasques de Antas, terceiro neto de Vasco Peres o Beirão, de cujos avós foram aquelas terras, etc. Teve este Estevão Annes o seu filho segundo:

9.ð Mendo Esteves de Antas, que casou na casa dos Moraes com Ignez Rodrigues de Moraes, neta de Ruy Martins de Moraes. E teve a:

10.ð Affonso Mendes de Antas, o qual sucedeu no senhorio de Vimioso e de outras terras a seu tio direito (irmão de seu pai) Gonçalo Esteves, que foi senhor de Vimioso. Casou com Aldonça Gonçalves de Moreira, de quem teve o primogênito:

11.ð Mendo Affonso de Antas, sucedeu a seu pai no senhorio de Vimioso, e foi padroeiro da igreja do concelho de Coura: faleceu sem filho varão; por cuja razão ficou Vimioso na coroa, e el-rei a deu em título de condado a D. Francisco de Portugal. Daqui teve origem uma demanda que pôs Estevão Mendes de Moraes (irmão de Mendo Affonso de Antas n.ð 11) a D. Francisco de Portugal, que correu muitos anos perante o corregedor da comarca de Vizeu; e por falecer Estevão Mendes de Moraes antes de decidida a causa, ficou livremente possuindo Vimioso D. Francisco de Portugal.

Também D. Antonio Caetano de Sousa no tomo 1.ð Liv. 1.ð Fls. 205 da Genealogia da Casa Real Portuguesa confirma o que fica dito, e o mesmo se encontra nas Coleções da Real Academia de Historia Portuguesa do acadêmico frei Fernando de Abreu em 22 de Outubro de 1724, em que confirma todo o referido, acrescentando que somente na alcaidaria-mor de Vimioso ficara Gonçalo Vaz Rego, genro do dito Mendo Affonso; e não dizem os A. A. com quem casara, mas sabe-se que teve filhos. Porque em 1575 na vila do Mogadouro, sendo Juiz ordinário Luiz do Valle, perante ele justificou Belchior de Moraes de Antas, irmão inteiro de Balthazar de Moraes de Antas, senhor de Vimioso, e seu último possuidor, porque depois da sua morte passara à coroa, sendo escrivão dos autos Gaspar Rodrigues Pereira. Pelo que sabemos que Mendo Affonso teve a : D. N... mulher de Gonçalo Vaz Rego, que ficou na alcaidaria-mor de Vimioso, e mais a f.®:

12.ð Izabel Mendes de Antas, casou com Nuno Navarro, como consta do instrumento de nobilitate probanda de Balthazar e Belchior de Moraes; pelo qual consta também que de seu matrimônio tiveram:

13.ð Ignez Navarro de Antas que casou com Pedro de Moraes, cavaleiro fidalgo do chefes Moraes do reino de Portugal da província de Trás-os-Montes, que era parente da mesma Ignez Navarro, sua mulher. Este Pedro de Moraes serviu a el-rei em vários empregos nas comarcas da Beira e de Trás-os-Montes; e foi mamposteiro-mor dos cativos; e do dito instrumento consta que teve uma irmã que no ano de 1575 estava casada com Pedro Homem Escudeiro, morador na vila de Mogadouro. E do mesmo instrumento consta que teve dito Pedro de Moraes:

14.ð Balthazar de Moraes de Antas (tronco deste apelido em S. Paulo) que em 11 de Setembro de 1579, perante o Juiz Amador do Valle, de Mogadouro, sendo escrivão dos autos o tabelião Gaspar Teixeira, justificou a sua fraternidade por pai e mãe com Belchior de Moraes de Antas para se aproveitar do instrumento que a este se tinha passado. Assim se julgou de que se deu ao dito Balthazar de Moraes o seu instrumento autêntico, o qual o fez reconhecer em 1579 pelos escrivães de Mogadouro, Monxagate, Torre de Moncorvo, Mirandella, e Villa Pouca de Aguiar. E na cidade do Porto justificou por Índia e Mina dito instrumento em 1579; o mesmo fez em 1580 na cidade do Funchal e nesse mesmo ano justificou o instrumento e fez reconhecer os sinais dele na cidade da Bahia por Cosme Rangel de Macedo, ouvidor geral de toda a costa do Brasil. Balthazar de Moraes de Antas teve uma irmã casada com o sargento-mor José Alvares Meirelles, cavaleiro fidalgo da casa do Sr. D. Antonio, e morador no Mogadouro pelos anos de 1575: irmão também de Belchior de Moraes de Antas de quem fizemos menção.

Mammennoù

  1. Conforme Genealogia Paulistana, Vol. VII, p. 3 e seguintes. - (http://www.geocities.com/lscamargo/gp/Moraes_1.htm)

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